Notícias

Parceria Musical

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Parceiros desde 2011, Solange e Juscelinho preparam o lançamento do primeiro CD de músicas a partir dos poemas e das fotografias publicados no livro Faces I e II de autoria de Sol. Algumas músicas estão publicadas no site de áudio Soundcloud, basta clicar nos links para conferir:

 https://soundcloud.com/solange-sol-175150150/arrasta-pe-solange-sol-e-juscelino-filho

Próximo Lançamento

Convite Canteiro 2

Parceria criativa

Mamãe eu que fizA Tecnologia Social Catapoesia participará, em breve, da produção de livros de receitas com toques de poesia. A parceria será com a marca “Mamãe, eu que fiz” e tem o objetivo de aliar gastronomia e cultura de uma forma bem simples. Os livros estão em processo de pesquisa e de produção textual e seu lançamento está previsto para o mês de outubro.

Livros do selo “Catapoesia” são adotados em escolas estaduais e municipais

32 (24)Os livros “Mantiqueira” e “Bambolê” foram usados em atividades por educadoras das escolas estaduais e municipais da Estância Hidromineral de Serra Negra. Como democratização do acesso, os livros foram distribuídos gratuitamente e cada criança pôde apreciar e ler o seu exemplar. A proposta tem como objetivo divulgar o projeto e ampliar a competência leitora dos alunos.

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Catapoesia é notícia no jornal “O Serrano”

1 (12)A certificação do selo Catapoesia como Tecnologia Social pela Fundação Banco do Brasil foi publicada no jornal “O Serrano”. Acompanhe a notícia acessando o link:

 http://www.oserrano.com.br/view.asp?id=30273

Catapoesia torna-se Tecnologia Social

premio-Banco-do-BrasilSer Tecnologia Social significa ser reconhecido por realizar uma ação cuja metodologia é reaplicável  e está em interação com a comunidade, representando efetivas soluções de transformação social. É um conceito que remete para uma proposta inovadora de desenvolvimento, considerando a participação coletiva no processo de organização, desenvolvimento e implementação. Está baseado na disseminação de soluções para problemas voltados a demandas de alimentação, educação, energia, habitação, renda, recursos hídricos, saúde, meio ambiente, dentre outras.

As Tecnologias Sociais podem aliar saber popular, organização social e conhecimento técnico-científico. Importa essencialmente que sejam efetivas e reaplicáveis, propiciando desenvolvimento social em escala.

Catapoesia na FliPoços vira notícia no jornal “Hoje em Dia”

Poços de Caldas - MG

Poços de Caldas – MG

Clicando no link abaixo, você poderá visualizar a reportagem feita por Elemara Duarte, do jornal “Hoje em Dia”, sobre o projeto Catapoesia na Feira do Livro.

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Catapoesia participa pela segunda vez de uma Feira de Livro

DSC09099Alguns livros do projeto Catapoesia foram colocados à venda no estande “Estação da Poesia” durante a VIII Feira Nacional do Livro de Poços de Caldas – 2013 – com o objetivo de fortalecer e multiplicar o projeto. O principal público que adquiriu os livros foram educadoras da região de Poços e de todo o Sul de Minas, estudantes de graduação e da pós-graduação e pessoas interessadas pela cultura popular. Esses admiradores e visitantes do estande obtiveram uma pequena explanação sobre os projetos da ONG Trilhas da Serra, e se mostraram sensíveis ao trabalho realizado pelos coletivos jovens. Educar para a sensibilidade não é tarefa fácil.  Sabe-se sobre a precária formação de educadores e educadoras, o que dificulta essa educação do “olhar” dos estudantes, fazendo com que os mesmos primassem pela quantidade e não pela qualidade. A postura de estudantes e seus/suas educadores (as) fez pensar sobre a finalidade das feiras de livro. Mas esse assunto terá a sua devida reflexão neste blog em breve.

Mais dois livros

Os jovens do CRAS-Serra Negra, em parceria com a ONG Trilhas da Serra – Educação, Cultura e Cidadania, lançaram, no dia 7 de dezembro/2012, dois livros pelo projeto: “Quartas” e “Robôs”. O primeiro são textos intimistas criados pelos jovens nas oficinas de produção textual a partir de vivências para a sensibilização. O segundo são textos a partir da visita à “Disneylândia dos Robôs”, atração turística localizada em Serra Negra, São Paulo, e da entrevista ao seu idealizador, o Pedrinho, como é conhecido na cidade.

Novas tiragens

Entre os meses se setembro e de outubro, os livros “Tocos do Cerrado”, “Bordando Letras”, “Faces 1 e 2”, “In-Verso” e “Frutinhas do Cerrado” tiveram novas tiragens. Isso indica que a demanda pelos livros do projeto está crescendo e que o projeto encontra-se em fase de expansão e de divulgação, o que só o enriquece.

Catapoesia é notícia na Revista do Projeto Manuelzão

A equipe do Projeto Manuelzão, da Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG,  esteve presente durante a XXIV Semana Roseana para realizar uma reportagem sobre os eventos culturais. Dentre os assuntos abordados, o projeto Catapoesia foi destaque na reportagem, a partir do lançamento dos livros “Tocos do Cerrado” e “Bordando Letras”. Confira a matéria completa clicando no link e seguindo até as páginas 16 e 17:

http://www.manuelzao.ufmg.br/assets/files/revista/revista_66.pdf

Lançamento dos livros “Tocos do Cerrado”, “Bordando Letras” e “Encontro”

Aconteceu na cidade de Cordisburgo durante a XXIV Semana Roseana o lançamento de três livros editados pelo projeto Catapoesia. Esse lançamento legitimou o projeto na Cidade do Coração, dando voz a dois mestres da comunidade, Sr. Toco Pequi e D. Lica, além de proporcionar a jovens escritores mostrarem o seu potencial.

Um belo projeto

por Manoel Hygino dos Santos

É um projeto de rara beleza, utilizando os recursos disponíveis, materiais e humanos. Catapoesia objetiva formar grupos que editem livros com capas de papelão, encontráveis no comércio de um modo geral ou no desperdício dos estabelecimentos atacadistas.
O conteúdo são histórias de vida, casos e memórias das comunidades participantes. Com isso, há muito a ganhar: desenvolve-se a produção de textos, a confecção das capas, estimula-se o fazer artístico e a prática da educação ambiental. Simultaneamente, montam-se oficinas em espaços públicos, como praças, escolas, cafés, centros culturais e bibliotecas, organizam-se saraus literários, vendem-se os livros para estimular o trabalho, divulga-se.
Um dos propósitos mais altos é alcançado: incentivar a leitura e a escrita, privilegiando a colaboração de caráter social e política e dando voz a autores localizados à margem do mercado editorial, de tão difícil acesso. O Catapoesia foi concebido numa oficina de capacitação artística de São Paulo, por iniciativa da artista plástica Lúcia Rosa, coordenadora do grupo Dulcineia Catadora. Este existe na Vila Madalena desde 2007 e se inspira no Eloísa Cartonera, funcionando na Argentina desde 2004.
O trabalho na Argentina foi mostrado na 27ª Bienal de São Paulo, despertando interesse natural. Unindo o aprendizado nas oficinas de capacitação ao espírito de solidariedade e a firme vontade de fazer, gerou-se o Ponto de Cultura “Trilhas de Cultura e Meio Ambiente”. Nasceu, assim, a ideia de formar grupos para esse tipo de atividade em Serra Negra (SP) e agora em Belo Horizonte, em que atua a ONG Trilhas da Serra-Educação, Cultura e Cidadania.
Em março último, o Catapoesia chagou a Cordisburgo, por muitas e justas razões. Ali nasceu Guimarães Rosa e ali é uma espécie de porta de entrada do sertão. Seria, como foi, juntar a região privilegiada do Estado, a da capital, à extensa porção do território mineiro, que tanto precisa de compreensão e solidariedade.
Lá, lançou-se o livro “In-Verso”, de Thalita Oliveira Freire, produto dessa junção de esforços e arte. No território indígena Xacriabá, em São João das Missões, dois outros trabalhos apresentados: “Homenagem ao Sr. Elifa” e “Lixo na Aldeia Sumaré I”, pelo coletivo Raízes de Xakri.
É um prazer e demonstração de apreço aos que precisam de amparo material e cultivo da inteligência e de dons superiores. As crianças, adolescentes, moços e moças, gente de toda e qualquer idade e os índios, no caso da aldeia, encontram oportunidade de confraternização. Eles pintam as capas, doadas e cortadas nas dimensões de livros. E que sugestivas obras são conseguidas!
Na capital mineira, verifiquei pessoalmente o êxito desse benemérito trabalho, desenvolvido por Solange Borges, em consonância com o projeto Catapoesia na ONG Trilhas da Serra-Educação, Cultura e Cidadania. Ela é autora de “Colecionando Saberes”, muito útil à criança e ao adolescente, bem como de “Faces”, já no projeto. Tudo belo e saudável, como convém ao Brasil das novas gerações.

Jornal Hoje em Dia – Belo Horizonte – 20/04/12

Catapoesia é mencionado em matéria da Revista Carta Capital

Em matéria sobre Eloísa Cartonera, da Argentina, o projeto Catapoesia é incluído como referência a selos cartoneros no Brasil. Confiram a matéria “Reciclando papelão, prosa e poesia”, na revista nº 692, de 11/4/12, no link:

http://www.cartacapital.com.br/cultura/reciclando-papelao-prosa-e-poesia

Coletivos “Loucos por Memória” e “Raízes de Xakri”

O projeto Catapoesia começou a expandir suas fronteiras no mês de agosto de 2011. Depois da participação da ONG Trilhas da Serra na 23ª Semana Roseana, realizada em Cordisburgo, Minas Gerais, em julho de 2011, foi idealizado e formado um coletivo jovem denominado “Loucos por Memória – Vivendo na loucura de uma história” e composto por 15 jovens com objetivos comuns para receberem formação e serem multiplicadores da metodologia do projeto na própria cidade e, na sequência, no entorno. O coletivo realizou duas entrevistas para gerar conteúdo para os livros, confeccionados com capas de papelão reutilizados de escolas e de supermercados. Também está preparando o lançamento do livro “In-verso”, de Thalita de Oliveira Freire. Ainda no segundo semestre de 2011, a ONG visitou o território indígena Xakriabá, em São João das Missões, Minas Gerais, onde participou do III Encontro de Mulheres Indígenas do Leste e, nele, apresentou a metodologia do projeto ao coordenador do Ponto de Cultura Loas, Joel Guaruntã, que se interessou em levá-la para as aldeias, uma vez que as mesmas já desenvolvem nas escolas o trabalho de produção textual com os alunos. Em Xakriabá foi formado o coletivo “Raízes de Xakri” que reúne aproximadamente 15 jovens do projeto Pró-Jovem do CRAS – Centro de Referência e Assistência Social para atuar e multiplicar a metodologia em todas as aldeias da reserva. O primeiro título denominou-se “Homenagem ao Sr. Elifa”, mestre indígena falecido no início de 2010. O segundo título produzido na Aldeia Sumaré I, denominou-se “O lixo na Aldeia Sumaré I”, trabalho de educação ambiental investigado pelos jovens do coletivo.

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